sábado, 22 de agosto de 2020

Empregos no Estado de Goiás.


Estado gera 4.929 novas vagas de trabalho em julho, variação positiva de 0,40%, informa Caged. “A melhor política social no mundo é geração de emprego e renda”, diz g


Pelo 2° mês consecutivo, Goiás cresce no saldo de empregos

Estado gera 4.929 novas vagas de trabalho em julho, variação positiva de 0,40%, informa Caged. “A melhor política social no mundo é geração de emprego e renda”, diz governador Ronaldo Caiado. “Goiás está no caminho certo para sair da crise provocada pela pandemia de Covid-19”, destaca titular da SIC, Adonídio Neto


Pelo segundo mês consecutivo, o Estado de Goiás registra saldo positivo e crescente na geração de empregos. A informação é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado na sexta-feira, dia 21, pelo Ministério da Economia. Em julho a variação foi de 0,40%, o que representou 4.929 novas vagas de trabalho diante dos 3.894 postos abertos em junho.


O saldo é a diferença entre trabalhadores admitidos e desligados, considerando vagas com Carteira de Trabalho assinada. Em Goiás, no mês passado, foram 36.587 empregados contratados e 31.658 foram desligados.


No cenário total, os números do Caged apontam que o emprego celetista no Brasil apresentou variação positiva de 131.010 vagas com carteira assinada, o que representa percentual de 0,35%, após quatro meses de índices negativos.


Os números que trazem otimismo são resultado da ação integrada de todo o Governo de Goiás, uma determinação do governador Ronaldo Caiado para garantir o cuidado com os mais vulneráveis e a retomada econômica. “Cuidamos da nossa população e não existe melhor política social no mundo que o emprego. É a única que resolve todos os problemas e faz com que a pessoa se reinsira na sua condição de cidadania”, defende Caiado.


Ao avaliar o resultado apresentado pelo Caged, o secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Adonídio Neto, disse que os números mostram que Goiás está no caminho certo para sair da crise provocada pela pandemia de Covid-19. “As inúmeras ações do governo estadual têm sido fundamentais para certificação de resultados positivos”, pontua.


Entre as ações, o secretário cita o trabalho da SIC de atração de empresas para se instalarem em território goiano. Outro destaque, aponta, é a criação da Secretaria da Retomada, responsável pela articulação entre os órgãos do governo com foco na promoção do crescimento no pós-pandemia e na geração de empregos e fortalecimento das empresas, especialmente as pequenas.


Adonídio Neto lembra ainda o crescimento da indústria goiana, colocando Goiás na parte mais alta do pódio com percentual de 5,4% no mês de junho, comparado com o mesmo período do ano passado.


Semestre


Ao considerar o período de janeiro a julho, Goiás ainda tem um pequeno saldo negativo de -811 vagas, situação que deve mudar para um índice positivo com os resultados do mês de agosto. A divulgação será em setembro.


Em razão da grave crise sanitária provocada pela Covid-19 e a necessidade de isolamento social da população com consequente fechamento ou paralisação de grande parte das atividades comerciais e industriais no Estado, o resultado dos empregos no período de janeiro a julho em Goiás mostra que em quatro meses o saldo foi positivo: janeiro (7.982), fevereiro (11.584), junho (3.894) e julho (4.929). Já nos meses de março (-2.055), abril (-21.489) e maio (5.656) apresentou números negativos.


Em números percentuais, a região Centro-Oeste ficou na segunda colocação com variação positiva de 0,44%, perdendo apenas para o Norte, com 0,76%. Nordeste registrou percentual de 0,37%, Sudeste, 0,18% e Sul, 0,29%.


Com informações da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC) - Governo de Goiás


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sexta-feira, 31 de julho de 2020

Aumento Abusivo no Preço de Tijolos e outros itens da Construção Civil na pandemia.


Segundo informações que recebi da população esta semana, fiquei sabendo que 1 Milheiro de Tijolos subiu o valor de 400 reais para 900 reais, e que o cimento de 24 reais subiu para 35 reais, sobre o cimento, o comércio pode justificar dizendo que a indústria está com esse comportamento no mundo todo. Mas o tijolo é fabricado aqui. A energia não elevou, a mão de obra também não elevou. Porque ficou um tempo sem produzir, agora está sendo liberado, vai produzir e quer tirar todo o prejuízo rapidamente? Assim não dá...Até porque existe o CDC (Código de defesa do Consumidor), existe lei contra aumentos abusivos...o artigo 39 do (CDC), que estabelece limitação para elevação de preço, e a Lei 12.529/2011, que tipifica a prática como conduta lesiva à ordem econômica. Essa semana irei conversar pessoalmente com alguns proprietários de Casa de Materiais de Construção da nossa Cidade para entender o motivo(os) para os aumentos. Nossa população deve ter o direito garantido de poderem construir ou ampliar suas residências, para que possam ter o conforto merecido. Oriento aos consumidores a procurarem o PROCON.

#NãoAosAumentosAbusivos.
#Prof.Charles2020EducaçãoEsporteInformaçãoEmpregoERenda.
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